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Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Brazil

A Bienal Brasileira de Música Contemporânea é um festival de música organizado pela Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), realizado desde 1975 no Rio de Janeiro, que reúne compositores e instrumentistas brasileiros ou resident…

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Quick guide to Bienal de Música Brasileira Contemporânea

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A Bienal Brasileira de Música Contemporânea é um festival de música organizado pela Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), realizado desde 1975 no Rio de Janeiro, que reúne compositores e instrumentistas brasileiros ou…

01 · What it is
Living Tradition

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02 · Where & name
Brazil

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03 · How it is doing
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04 · Proof & reuse
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Chapter Takeaways
HistóricoA iniciativa para realização da Bienal Brasileira de Música Contemporânea surgiu a partir dos I e II Festivais de Música da Guanabara, em 1969 e 1970, respectivamente, organizados pelo compositor Edino Krieger.
EdiçõesAs três edições iniciais do evento foram organizadas pela Sala Cecília Meireles.
I Bienal (1975)A I Bienal Brasileira de Música Contemporânea marcou o início do mais importante e duradouro evento de música de concerto contemporânea no país.
II Bienal (1977)Dois anos após seu sucesso inicial, a II Bienal ocorreu em 1977, também sob a organização da Sala Cecília Meireles.
Common Questions Answered on Record
What is Bienal de Música Brasileira Contemporânea in plain words?

A Bienal Brasileira de Música Contemporânea é um festival de música organizado pela Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), realizado desde 1975 no Rio de Janeiro, que reúne compositores e instrumentistas brasileiros ou…

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The tradition & historical record

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A Bienal Brasileira de Música Contemporânea é um festival de música organizado pela Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), realizado desde 1975 no Rio de Janeiro, que reúne compositores e instrumentistas brasileiros ou residentes no país para execução de composições escritas para variadas formações musicais. Tradicionalmente o envento utiliza espaços importantes como a Sala Cecília Meireles, Teatro Dulcina e Sala Sidney Miller, e muitas vezes em parceria com a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EMUFRJ). 1

Histórico

A iniciativa para realização da Bienal Brasileira de Música Contemporânea surgiu a partir dos I e II Festivais de Música da Guanabara, em 1969 e 1970, respectivamente, organizados pelo compositor Edino Krieger. Ele teve o apoio de Myrian Dauelsberg, então diretora da Sala Cecília Meireles, para realizar a primeira Bienal, ocorrida de 8 a 12 de outubro de 1975. As três primeiras Bienais foram organizadas pela Sala Cecília Meireles e a partir da quarta edição, elas foram encampadas pela Funarte, quando Edino Krieger dirigia a área musical dessa Fundação. Os concertos apresentam obras para as mais variadas formações musicais, desde solistas, música de câmara (duos, quartetos, etc.) e música eletroacústica, até grandes orquestras sinfônicas. Além dos concertos, as Bienais costumam incluir palestras, lançamentos de discos, debates e mesas redondas, proporcionando um ambiente de troca de experiências. A Bienal ocorre sempre em anos ímpares no Rio de Janeiro e é precedida de convite a compositores brasileiros no país e no exterior, e a estrangeiros aqui residentes, para que proponham a apresentação de suas obras de criação recente. As propostas eram avaliadas por comissões de seleção constituídas por músicos de renome escolhidos pela Funarte. 1

Edições

As três edições iniciais do evento foram organizadas pela Sala Cecília Meireles. A quarta edição, em 1981, foi a primeira sob a tutela da Funarte. É um evento bienal (ocorre a cada dois anos) e é realizada ininterruptamente desde 1975. 1

I Bienal (1975)

A I Bienal Brasileira de Música Contemporânea marcou o início do mais importante e duradouro evento de música de concerto contemporânea no país. Realizada entre 8 e 12 de outubro de 1975, no Rio de Janeiro, o evento foi uma iniciativa da Sala Cecília Meireles, com a organização liderada por Myrian Dauelsberg e o patrocínio da Petrobras. A Bienal nasceu com o objetivo claro de documentar, apresentar e catalisar a produção musical erudita brasileira recente, preenchendo o vazio deixado pela extinção dos Festivais de Música da Guanabara (ocorridos em 1969 e 1970). Esta edição inaugural contou com a seleção de 35 compositores de diversas vertentes estéticas. O marco de abertura foi a obra "Estruturas Primitivas" (1975), do compositor Ricardo Tacuchian, simbolizando o propósito da Bienal de dar palco às novas criações nacionais. 1

II Bienal (1977)

Dois anos após seu sucesso inicial, a II Bienal ocorreu em 1977, também sob a organização da Sala Cecília Meireles. A continuidade do evento demonstrou a necessidade e a aceitação da Bienal pela comunidade musical brasileira. Esta edição manteve a estrutura de convocatória e seleção de obras inéditas ou de pouca circulação, reforçando seu papel como um mecanismo de visibilidade essencial para os compositores brasileiros da época, que frequentemente enfrentavam dificuldades para ter suas obras executadas e ouvidas. A Bienal de 1977 solidificou, de fato, a periodicidade bienal do evento. 1

III Bienal (1979)

A III Bienal, realizada em 1979 pela Sala Cecília Meireles, foi a última sob sua organização direta. O prestígio e a relevância alcançados pelo evento em suas três primeiras edições chamaram a atenção do governo federal para a necessidade de institucionalizar e garantir a permanência do projeto com um apoio mais robusto. Este evento finalizou a "fase pioneira" da Bienal, tendo sido crucial para estabelecer o formato pluralista e a seriedade curatorial que seriam posteriormente adotados pela instituição que assumiria sua gestão. A busca por espaço para a audição de obras de música de câmara, sinfônica e eletroacústica continuou a ser o foco principal. 1

The text above is adapted from the Wikipedia article “Bienal de Música Brasileira Contemporânea”, available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 licence. 1

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