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Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais

Brazil

O Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, ou simplesmente Festival de Inverno da UFMG, é um evento cultural realizado no estado brasileiro de Minas Gerais desde 1967. Entre 2000 e 2010, foi realizado na cidade de Diaman…

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Quick guide to Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais

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O Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, ou simplesmente Festival de Inverno da UFMG, é um evento cultural realizado no estado brasileiro de Minas Gerais desde 1967.

01 · What it is
Living Tradition

Documented cultural tradition on record; family classification awaits an editor.

02 · Where & name
Brazil

Placed on record in Brazil.

03 · How it is doing
□□□□ (Not yet assessed)

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04 · Proof & reuse
2 cited sources

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Chapter Takeaways
HistóriaO Festival de Inverno da UFMG teve como fundadores Álvaro Apocalypse, Berenice Menegale, José Adolfo Moura e Júlio Varela, grupo de professores ligado à Escola de Belas Artes da UFMG e à Fundação de Educação Artística…
CaracterísticasAs primeiras edições foram feitas com verbas escassas, originárias da universidade, Ministério da Educação e Funarte.
Temas e desenvolvimento29ª edição, em 1997 - sediada em Ouro Preto, envolveu a realização de 100 cursos, inclusive na cidade de Tiradentes, e cerca de 200 eventos culturais, a maioria com entrada franca.
Ver tambémUniversidade Federal de Minas Gerais
Common Questions Answered on Record
What is Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais in plain words?

O Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, ou simplesmente Festival de Inverno da UFMG, é um evento cultural realizado no estado brasileiro de Minas Gerais desde 1967.

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The tradition & historical record

5 min read · 2 sources

O Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, ou simplesmente Festival de Inverno da UFMG, é um evento cultural realizado no estado brasileiro de Minas Gerais desde 1967. Entre 2000 e 2010, foi realizado na cidade de Diamantina, pelos valores culturais e tradições da cidade patrimônio da Unesco e do Vale do Jequitinhonha, com oficinas de iniciação e atualização, shows, peças de teatro, exposições e mostras de cinema e vídeo. Em 2011, o festival foi distribuído entre quatro cidades: Diamantina, Tiradentes, Cataguases e Belo Horizonte. O festival é considerado um "celeiro da arte mineira" e, inclusive, possibilitou desde a sua fundação o surgimento e a projeção de grupos como o Uakti, Corpo, Galpão e Giramundo assim como o nascimento de outros festivais do gênero como o Inverno Cultural de São João del-Rei e o Julho Fest de Poços de Caldas. É também considerado um dos maiores programas brasileiros de extensão da área de artes e cultura, promovido por uma instituição de ensino superior, e um dos mais importantes e tradicionais eventos culturais do país. 1

História

O Festival de Inverno da UFMG teve como fundadores Álvaro Apocalypse, Berenice Menegale, José Adolfo Moura e Júlio Varela, grupo de professores ligado à Escola de Belas Artes da UFMG e à Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte. O primeiro Festival aconteceu em Ouro Preto, cidade que recebeu todas as edições até 1979. Seu objetivo era aproximar a arte da sociedade. Segundo o professor e escultor Fabrício Fernandino, por muitas vezes curador-geral do evento e autor de uma tese sobre o festival, o evento ao ser levado imediatamente para Ouro Preto criou um espaço artístico e transformou-se em uma projeto bem-sucedido de extensão universitária em plena ditadura militar. Nas décadas de 60 e 70, a programação do festival se estendia por um mês. O Grupo Corpo, fundado em 1975, surgiu após Rodrigo Pederneiras ter frequentado oficina realizada com o bailarino argentino Oscar Araiz. O primeiro espetáculo do grupo, Maria Maria, coreografado por argentino Araiz, percorreu 14 países e permaneceu em cartaz no Brasil de 1976 a 1982. Também o Grupo Oficcina Multimédia, um dos grupos teatrais belo-horizontinos mais antigos atualmente em atividade, deve seu surgimento ao Festival de Inverno, em 1977, quando o compositor Rufo Herrera realizou o curso de arte integrada. Em 1978, uma oficina gerou a aproximação dos músicos que formariam o Uakti. O flautista Artur Andrés, professor da Escola de Música da UFMG e membro fundador do Uakti-Oficina Instrumental, começou a participar do festival aos 16 anos e identifica Berenice Menegale, uma de suas fundadoras, como uma das responsáveis pelo sucesso do evento, pelo dom de aglutinar pessoas. Houve dois anos em que o festival deixou de ser realizado. 1

Características

As primeiras edições foram feitas com verbas escassas, originárias da universidade, Ministério da Educação e Funarte. Desde a sua fundação, adquiriu sentidos e estruturas diferentes. Fabrício Fernandino detalha os enfoques e características temporais: 1967-1979 (aproximação artística e política); 1981-1985 (investigação, pesquisa e poesia); 1986-1993 (itinerância); 1993-1999 (torna-se o grande festival de Ouro Preto) e 2000-2011 (aprofunda a transdisciplinariedade da questão artística, já em Diamantina). Além da tese de Fabrício Fernandino, o festival foi tema de documentários como Festival de 10 invernos, que registrou a primeira década do evento, dirigido por José Tavares de Barros; 20 anos do Festival de Inverno da UFMG, de Silvino José de Castro, a partir de dissertação de mestrado defendida nos Estados Unidos; e 40 Invernos, dirigido por Evandro Lemos e Sérgio Vilaça. O público do evento é majoritariamente formado por estudantes e profissionais das áreas de artes, cinema, letras e comunicação. As oficinas marcam sua trajetória, pois são onipresentes e abrem espaço tanto para os artistas, que expõem e difundem seu trabalho, quanto para os visitantes, que têm contato com novas técnicas e podem desenvolver suas habilidades. A tradição cultural e folclórica de Diamantina, assim como de outras cidades históricas mineiras que têm festivais, impulsionam a produção de arte local. 1

Temas e desenvolvimento

29ª edição, em 1997 - sediada em Ouro Preto, envolveu a realização de 100 cursos, inclusive na cidade de Tiradentes, e cerca de 200 eventos culturais, a maioria com entrada franca. 30ª edição, em 1998 - realizada em Ouro Preto, celebrou o aniversário de 300 anos da cidade com 65 cursos e oficinas, além de 28 espetáculos, mostras e exposições 31ª edição, em 1999 - em Diamantina, ofereceu 51 cursos e oficinas nas áreas de artes cênicas, plásticas e Visuais, assim como em literatura, música e projetos especiais. 32ª edição, em 2000 - realizada em Diamantina com 44 oficinas e cursos, nos quais 993 alunos aprofundaram seus conhecimentos artísticos ou se iniciaram no mundo da arte. Houve shows em lugares públicos, mostra de vídeo de animação canadense, exposição fotográfica, lançamentos de livros, sessões grátis de cinema e palestras 33ª edição, em 2001 - realizada em Diamantina com o tema Arte, Meio Ambiente e Turismo Cultural e 120 oficinas e atividades culturais 34º edição, em 2002 - realizada em Diamantina, teve 56 oficinas e mais de 60 eventos, entre peças de teatro, espetáculos de dança, shows musicais, mostras, palestras e exposições 35ª edição, em 2003 - em Diamantina, com o tema Limites - desdobramentos e rupturas e cinco áreas temáticas e em uma área de projetos especiais, com três palestras diárias e a realização de 16 oficinas 36ª edição, em 2004 - em Diamantina, com o tema Arte: fronteiras contemporâneas, com debates acerca dos limites da arte contemporânea. 1

Ver também

Universidade Federal de Minas Gerais 1

Ligações externas

Página oficial 1

The text above is adapted from the Wikipedia article “Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais”, available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 licence. 1

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